Vidas negras importam, entre elas as de ídolos imortais do Cruzeiro

Exaltá-los, falar deles, escrever sobre eles, escutarmos a história sob a perspectiva deles são algumas das formas de lutarmos contra o racismo estrutural.

Vidas negras importam, entre elas as de ídolos imortais do Cruzeiro

Adelino (ala), Aldair Pinto (maestro da charanga do Cruzeiro), Alisson “Irmão” (massagista), Andorinha (massagista), Antoninho (ponta-direita campeão de 1971), Augusto Recife, Balu, Bené (zagueiro), Bento (primeiro jogador negro do Palestra, tricampeão 28/29/30) e Bituca (cantor e compositor).

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Bituca (zagueiro), Borges, Caicedo, Careca (um dos maiores camisas 10 de nossa história), Cláudio Adão, Clebão, Cleison, Darci Menezes, De La Cruz, Dida e Didi “Folha Seca” (técnico).

Imagens – No esquadrão que ganharia a Taça Brasil de 1966 sobre o Santos, algumas de nossas estrelas negras

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