Vigário-geral da Diocese diz que “caso de padre é mais simples do que se imagina”

Padre Francisco Guerra

Vigário-geral da Diocese diz que “caso de padre é mais simples do que se imagina”
O vigário-geral da Diocese de Itabira-Coronel Fabriciano, Francisco Guerra (Chico), falou sobre a situação do padre José Felipe Bastos, que deixou as paróquias São José Operário e Nossa Senhora de Fátima, em João Monlevade. De acordo com o religioso, “o caso é muito mais simples do que as pessoas imaginam e estão comentando”.
 
Segundo Chico Guerra, o padre José Felipe é ordenado na Congregação dos Sacramentinos da Adoração Perpétua, há três anos, em São Paulo. É esse o grupo religioso que toma conta da Paróquia da Boa Viagem, em Belo Horizonte, de onde veio o religioso antes de chegar a João Monlevade. “O que aconteceu é que o José Felipe quis ter uma experiência na área diocesana, e é comum a Diocese abrir as portas para esses períodos experimentais. Ele chegou a Monlevade, fez um ótimo trabalho, mas a Congregação o chamou de volta”, argumentou o vigário-geral.
 
Chico Guerra diz que não houve exoneração ou qualquer coisa do tipo. “A Diocese foi comunicada pela Congregação de que o padre deveria voltar. Então nos reunimos com ele para que a carta fosse escrita e comunicássemos à comunidade a saída dele”, afirmou.
 
José Felipe estava há três meses em João Monlevade e, desde então, fez trabalhos de restauração na Igreja São José Operário, o principal cartão postal da cidade, e também conseguiu aumentar o número de fiéis nas celebrações. O vigário-geral Francisco Guerra enfatizou o trabalho feito pelo padre, mas argumentou que não é uma opção da Diocese. “O que pegou foi que o trabalho maravilhoso que ele vinha desenvolvendo fez com que as pessoas achassem ruim sua saída. Então os fiéis fizeram protestos”, comentou.