Nova UTI do HNSD credencia também leitos desativados no HMCC

Itabira passa a ter 22 leitos exclusivos para o SUS, sendo 12 no HNSD e 10 no Carlos Chagas e oito destinados aos planos de saúde

Nova UTI do HNSD credencia também leitos desativados no HMCC
Nova UTI do HNSD foi inaugurada em Itabira – Foto: Acom PMI

Com a inauguração da Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) Luíza da Silva Ramos, segunda do Hospital Nossa Senhora das Dores (HNSD), realizada nesta manhã dessa terça-feira, 7 de agosto, a Prefeitura de Itabira credencia também, os quatro leitos ociosos da UTI do Hospital Municipal Carlos Chagas (HMCC).

De acordo com o diretor executivo do HNSD, Alexandre Coelho, a decisão beneficia a população. “Com esse credenciamento concedido para a nova UTI, conseguimos ativar os quatro leitos do Carlos Chagas transferindo o recurso, uma estratégia bem alinhada para favorecer toda a sociedade”, avaliou.

Esta operação foi possível, segundo o diretor, porque o HNSD é uma entidade filantrópica, na qual 60% do atendimento é pelo Serviço Único de Saúde (SUS) e 40% destinado à assistência suplementar (planos de saúde). Desta maneira, quatro leitos da nova UTI do HNSD atenderão convênios para que os quatro leitos do hospital municipal funcionem. “Com isso, Itabira passa a ter 22 leitos exclusivos para o SUS, sendo 12 no HNSD e 10 no Carlos Chagas e oito destinados aos planos de saúde”, comentou.

A ampliação no tratamento intensivo, para Ronaldo Magalhães, “abre portas” para outras especialidades. “Fomos à Brasília várias vezes para conseguir essa autorização da nova UTI como também para a radioterapia, que em breve estará aqui. Também estamos começando o trabalho para avançar na questão da hemodiálise e da cirurgia cardiovascular, que são demorados infelizmente”, declarou o prefeito.

Já a secretária municipal de Saúde, Rosana Linhares, explicou que a nova unidade confirma a possibilidade do crescimento da saúde municipal no futuro. “Trazer 10 novos leitos é mais que dobrar a capacidade de salvamento para pacientes que precisam não só para tratamentos clínicos, mas também cirúrgicos”. Rosana Linhares ressaltou também que a ampliação das vagas de UTI é “extremamente importante no aspecto de treinamento da mão de obra, de aglutinar outros profissionais e de favorecer o futuro, inclusive nos tratamentos da cardiologia e da radioterapia. Esse é um passo para os novos tratamentos que almejamos”.

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