Volta às aulas na pandemia: proposta de “apagar” primeiro semestre

Com o objetivo de reduzir as desigualdades potencializadas pelo ensino remoto que a pandemia do novo coronavírus (Covid-19) impôs na educação, especialistas debatem a redução da carga horária de 2020, o reinício das aulas em agosto e aproveitamento de horas não presenciais.

Com o objetivo de reduzir as desigualdades potencializadas pelo ensino remoto que a pandemia do novo coronavírus (Covid-19) impôs na educação, especialistas debatem a redução da carga horária de 2020, o reinício das aulas em agosto e aproveitamento de horas não presenciais.
Segundo reportagem do jornal O Globo, o diretor de Estratégia Política do Todos Pela Educação, João Marcelo Borges, diz que é impossível alfabetizar o aluno diante da limitação do alcance ao ensino remoto. “O ensino remoto foi elaborado às pressas em uma situação de enorme estresse mental, sanitário, social e econômico. Se o Brasil passasse dois anos se preparando para iniciar aulas remotas em 2023, haveria soluções testadas, professores capacitados e materiais produzidos, condições que não existem atualmente”.
O especialista defende que o país reinicie do zero o ano letivo por volta de agosto. Para quem teve acesso às atividades do ensino remoto, a proposta é que elas tenham servido como material de apoio e que, depois disso, todos voltem ao mesmo tempo.

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