Dirigentes e entidades no Brasil criticam ideia da Fifa de criar teto salarial

Medida de readequação ao cenário pós-pandemia do novo coronavírus não encontra unanimidade no Brasil.

Dirigentes e entidades no Brasil criticam ideia da Fifa de criar teto salarial

A ideia do presidente da Fifa, o suíço Gianni Infantino, de criar um teto salarial para o futebol como medida de readequação ao cenário pós-pandemia do novo coronavírus não encontra unanimidade no Brasil. Dirigentes, especialistas e representantes de atletas procurados pelo Estadão avaliam que em vez da aplicação dessa medida, seria melhor criar mecanismos mais eficientes para controlar as despesas dos clubes no futuro. No entanto, quem é jogador aceita a sugestão como forma de garantir o pagamento em dia dos vencimentos.

Em carta publicada dias atrás, Infantino mencionou o desejo de criar futuramente um teto salarial. "Pessoalmente, eu defendo uma regulamentação financeira mais clara e rígida, que imponha transparência absoluta e princípios de boa governança", escreveu o dirigente. Embora tenha reforçado o plano, o presidente da entidade máxima do futebol não deu detalhes sobre como funcionaria esse mecanismo.

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