RS: quase 13% das escolas infantis privadas devem fechar
Sem atividades presenciais desde o início da pandemia, uma parcela das escolas privadas de Educação Infantil do Rio Grande do Sul ameaça fechar as portas em definitivo em razão de dificuldades financeiras.
Sem atividades presenciais desde o início da pandemia, uma parcela das escolas privadas de Educação Infantil do Rio Grande do Sul ameaça fechar as portas em definitivo em razão de dificuldades financeiras. Com menos alunos matriculados, a saída foi demitir funcionários e, em alguns casos, encerrar as atividades. É isso que revela uma pesquisa feita pelo Sindicato Intermunicipal dos Estabelecimentos de Educação Infantil do Estado do Rio Grande do Sul (Sindicreche-RS), entidade que conta com 1500 instituições cadastradas.
O levantamento, cujo número de participantes não foi informado, mostrou que 12,8% dos proprietários já projetam o encerramento total das atividades, enquanto 41,6% poderão tomar esta decisão nos próximos 30 dias. Um dos motivos é a diminuição dos alunos matriculados entre março e junho.


