Itabirana cria vaquinha online para arcar com tratamento da sua cadelinha
Itabirana cria vaquinha online para arcar com tratamento da sua cadelinha
A vira-lata Nina, de 6 anos, foi diagnosticada com uma infecção no útero
Por: Victor Eduardo
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9/03/2021 às 10h01
Nina está internada desde o último sábado. Foto: Arquivo Pessoal
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Uma história de carinho e afeto que já dura quase sete anos está passando por momentos difíceis nos últimos dias. A itabirana Jennifer Fernandes pede a contribuição da comunidadepara ajudar a Nina, sua vira-lata de seis anos e oito meses.
Nina foi diagnosticada com piometra, uma infecção no útero, e deverá passar por uma cirurgia para a retirada do órgão. No entanto, uma outra doença, desta vez de carrapato, deixou a cadelinha em estado anêmico e adiou a realização do procedimento cirúrgico. Até estar mais saudável, a cachorrinha deverá continuar internada em uma clínica, aonde está acolhida desde o último sábado (6).
Por isso, Jennifer criou uma vaquinha online para arcar com os altos custos do tratamento, que vão desde a realização da cirurgia e a hospitalização do animal até a compra de medicamentos para as duas doenças. A intenção é arrecadar R$ 1000, mas apenas R$ 75 foram doados até aqui.
Os interessados em ajudar a Nina podem fazer a doação por meio do Pix, cuja chave é 31994234187, ou pelo próprio site da vaquinha online, disponível aqui.
Foto: Arquivo pessoal
Segundo a itabirana, formada em Direito, Nina foi encontrada em 2014, em uma feira de adoção. Em meio a vários filhotes, a cadelinha com a cara lambuzada de ração foi quem despertou a atenção.
“Eu adotei nina. Em 2014, fui a uma feirinha da Ampari afim de adotar algum. Aí apareceu uma senhora com uma bacia cheia de cachorrinhos filhotes. Foi aí que vi Nina com a cara toda lambuzada de ração (risos), fiquei apaixonada por ela e peguei pra mim”, relembra.
Tanto amor tem se tornado apreensão desde que Nina foi internada. Jennifer relata que tem estado muito ansiosa nos últimos dias e até o outro cão da casa, o Ted, foi afetado pela situação.
“Desde o dia que levei Nina para a clínica ando constantemente ansiosa. Preocupada tanto com a saúde dela, quanto com dinheiro. O que mais me dói é não poder ir na clínica visitá-la por conta da pandemia. Todos os dias, às 08h30, a clínica me manda vídeos para que eu posso ver como ela está. Então todos os dias automaticamente tenho acordado esse horário, ou até mais cedo, só pra poder ver um vídeo dela. Tenho um outro cachorro, o Ted, que dorme junto com ela, e ele também está bem tristinho. Minha relação com a Nina é de muito carinho. Ela é bastante bagunceira, parece um gato, adora escalar as coisas. Me dá trabalho, mas amo ela demais.”
Jennifer é formada em direito e adotou a Nina em 2014. Foto: Arquivo pessoal