Auxílio Emergencial pode retornar caso reforma do Imposto de Renda não ocorra
Para implementar o Auxílio Brasil, o Governo Federal vem considerando diversas fontes de orçamento.
Para implementar o Auxílio Brasil, o Governo Federal vem considerando diversas fontes de orçamento. Dentre elas, e sendo a principal atualmente, está a reforma tributária. Contudo, caso aconteça uma possível recusa da reforma do Imposto de Renda, é possível que se prorrogue mais uma vez o pagamento do Auxílio Emergencial. Isto é, benefício criado pela gestão para a famílias que sofreram com os impactos da pandemia.
Foi o que o ministro Paulo Guedes relatou na última terça-feira, dia 14 de setembro, durante evento do BTG Pactual. Nesse sentido, de acordo com ele, “Inadvertidamente o mundo empresarial vai a Brasília e faz um lobby contra o Imposto de Renda. Ele na verdade está inviabilizando o Bolsa Família. Vai produzir uma reação do governo que é o seguinte: ah é, então quer dizer que não tem fonte não, né? Não tem tu vem tu mesmo. Então é o seguinte, bota aí R$ 500 logo de uma vez e é auxílio emergencial. A pandemia está aí, a pobreza está muito grande, vamos para o vamos ver”.
No entanto o ministro ainda entende que uma possível extensão do benefício poderia gerar um grande problema econômico. Portanto, segundo Paulo Guedes, apesar de sido uma das principais ferramentas para auxiliar a população vulnerável na pandemia, seu custo aumentou a dívida pública durante o período.