Epilepsia: Volta às aulas abre debate sobre cuidados com a doença
As aulas presenciais já retornaram na maioria das escolas brasileiras, mas além dos cuidados contra a Covid-19, as crianças e adolescentes que têm epilepsia precisam de uma atenção a mais.
As aulas presenciais já retornaram na maioria das escolas brasileiras, mas além dos cuidados contra a Covid-19, as crianças e adolescentes que têm epilepsia precisam de uma atenção a mais.
De acordo com o Charity ‘Young Epilepsy’, no Reino Unido, uma em cinco pessoas com a doença tem dificuldades intelectuais ou de aprendizagem. Por isso, a ABE chama a atenção para a necessidade do preparo de pais e mestres, seja para uma colaboração efetiva com o processo de aprendizagem, seja para a identificação e primeiros socorros em casos de crise.
A associação consultou a pediatra e neurologista infantil Dra. Daniela Fontes Bezerra para um detalhamento sobre o assunto e a especialista indicou, logo de partida, que das cerca de 65 milhões de pessoas no mundo com epilepsia, aproximadamente 10,5 milhões são crianças, o que dá a dimensão deste universo e da importância de debates sobre a fase escolar.


