Inglês para crianças e adolescentes
The backyard é um empreendimento da pofessora certificada na língua inglesa pela Cambridge (CELTA) e pedagoga, Daniela Pasko
Inaugurada há cerca de três anos em Conceição do Mato Dentro, a escola de inglês The backyard se transformou em referência no município. Especialista em crianças e adolescentes, a instituição atende alunos a partir dos 4 anos, com aulas personalizadas, preparadas com base em métodos de ensino que garantem excelentes resultados.
The backyard é um empreendimento da pofessora certificada na língua inglesa pela Cambridge ( CELTA) e pedagoga, Daniela Pasko. Apaixonada pela educação, ela afirma que é na infância/adolescência que o aluno aprende melhor a segunda língua. Na visão da professora, os pais estão cada vez mais conscientes de que, quanto mais cedo os filhos aprenderem o inglês, melhor.
“Hoje em dia o inglês está em todo lugar: nos videogames, na internet. Então há um interesse por parte das crianças em dominar esse idioma. E o melhor é que elas crescem aprimorando essa habilidade de se comunicar em inglês, o que ajuda muito no futuro profissional”, diz Daniela.
"Com o número de falantes do inglês ultrapassando 1 bilhão, e especialmente falantes não nativos beirando 750 milhões de pessoas, hoje em dia partimos da premissa aceitação da língua inglesa como língua global. O inglês usado como língua internacional ou como uma língua franca", diz Daniela. Leia mais na entrevista a seguir:
Qual a diferença entre o inglês britânico e o inglês americano?
Talvez uma das maiores diferenças esteja na pronúncia. O inglês britânico possui um ritmo diferente, fazendo com que tenha uma pronúncia mais “cortada e enfática”. O inglês americano, por outro lado, tende a ter uma pronúncia mais arrastada. Outras diferenças estão também no vocabulário, na gramática e na ortografia.
Muitos alunos, principalmente adultos dizem: “Quero aprender a falar inglês, mas sem sotaque”. O que você diria pra eles?
Eu diria que, primeiro devemos falar inglês com clareza. Ter sempre em vista a questão da inteligibilidade mútua entre falantes não nativos. Ou seja, ao se comunicar compreender e ser compreendido, para depois, caso você queira, mudar o sotaque para algum que você goste ou sinta mais facilidade para aprender.
Muitos dizem: “Fulano fala bem, ele não tem sotaque, fala como um nativo. Ciclano não fala bem, tem muito sotaque”.
Bom, todo mundo possui um “accent” (sotaque) diferente ao falar inglês mas a maioria das pessoas nem percebem. Nosso sotaque soa tão normal para nós, ao ponto de nos esquecermos que ele pode parecer diferente para outras pessoas. Falar bem inglês é conseguir se fazer entender, o sotaque indica apenas a sua origem. Enquanto os sotaques podem variar, a pronúncia tem que ser sempre correta para não comprometer a
comunicação.
Qual a melhor idade para se aprender uma segunda língua?
Não que exista uma idade-limite para o aprendizado de uma segunda língua começar, mas estudos apontam que a aquisição de outro idioma antes dos 6 ou 7 anos de idade, além de muito fácil, pode desenvolver o amadurecimento linguístico, neurológico, cognitivo e social infantil, além de ser muito mais prazeroso.
Por que aprender inglês ainda na infância?







