Emprego formal dá sinais de melhora com 8,3 mil novas vagas em novembro, revela Caged

Anúncio do Caged de novembro foi feito em Florianópolis pois é a capital do terceiro estado com o melhor desempenho de geração de novas vagas no país

Emprego formal dá sinais de melhora com 8,3 mil novas vagas em novembro, revela Caged
A variação foi de 0,02% em relação ao estoque do mês anterior. O resultado é melhor que o do mês anterior, quando foi registrada uma retração de 30.283 postos de trabalho em relação a setembro. Essa queda, de acordo com o ministério, havia sido causada principalmente pela perda de postos na Construção Civil (-33.556), e na agricultura (-19.624). 
 
O anúncio do Caged de novembro foi feito em Florianópolis porque esta é a capital do terceiro estado com o melhor desempenho de geração de novas vagas no país. Em Novembro, o Rio de Janeiro teve a melhor geração de vagas por estados, com 14 mil novos postos, seguido por Rio Grande do Sul e Santa Catarina. 
 
No ano, até novembro, o saldo de empregos formais gerados no País é de 938.043, segundo o Caged. O total de empregos com carteira assinada criados no período de janeiro de 2011 a novembro de 2014 é de 5.818.121,correspondendo a uma alta de 13,20%. 
 
Setores
Por outro lado, a Construção Civil (-48.894 postos) foi o que registrou a maior queda do emprego, seguida da Indústria de Transformação (-43.700 postos) e da Agricultura (-32.127 postos, ante -33.183 postos em novembro de 2013).
 
O bom desempenho do setor Serviços, segundo o Caged, originou-se da expansão em três dos seis ramos que o integram. Neste segmento, os ramos que apresentaram desempenho positivo foram: Serviços de Alojamento e Alimentação (+17.933 postos ou +0,31%), Serviços de Comércio e Administração de Imóveis (+8.125 postos ou +0,16%) e Serviços Médicos e Odontológicos (+6.730 postos ou +0,36%), terceiro melhor resultado para o mês.
 
Regiões
Já os recuos foram observados no Centro-Oeste (-14.506 postos ou – 0,45%), devido à Construção Civil (-10.437 postos); Sudeste (-8.558 postos ou -0,04%), devido à Indústria de Transformação (-33.284 postos) e Construção Civil (-20.172 postos) e Norte (-4.018 postos ou -0,21%), devido à Construção Civil (-7.624 postos). 
 
Entre as 27 unidades da Federação, 14 aumentaram o nível de emprego. Os destaques positivos foram: Rio de Janeiro: + 14.051 postos ou +0,36 %, devido ao Comércio(+13.070 postos), Rio Grande do Sul: +10.912 postos ou +0,40%, devido ao Comércio (+7.483 postos), Santa Catarina: +8.460 postos ou +0,41 %, devido ao Comércio (+6.133 postos) e Ceará: +8.032 postos ou + 0,65%, devido ao Comércio (+5.501 postos). 
 
Emprego aumentou no conjunto das 9 áreas metropolitanas
As áreas metropolitanas que mais geraram empregos foram: Rio de Janeiro (+11.585 postos ou + 0,39%); São Paulo (+8.681 postos ou + 0,13%); e Fortaleza (+ 6.804 postos ou + 0,74%). Já as áreas metropolitanas que evidenciaram maiores quedas no emprego foram: Recife (- 4.606 postos ou -0,49%) e Belo Horizonte (-3.135 postos ou – 0,19%). 

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