Proprietários de loja destruída em incêndio planejam reabrir o negócio

Eridânia Silva, gerente da loja, espera conseguir reabrir a matriz o mais breve possível

Proprietários de loja destruída em incêndio planejam reabrir o negócio
O incêndio que consumiu a loja Mundo das Utilidades, em Itabira, no dia 19 de setembro, destruiu todas as mercadorias e causou um prejuízo ainda não calculado aos proprietários. Os danos ao patrimônio, construído ao longo de mais de uma década, contudo, não destruíram o sonho dos empresários. Segundo a gerente Eridânia Silva, de 27 anos, filha dos proprietários da loja, com muita determinação a família pensa em abrir novamente o estabelecimento.
 
A notícia do incêndio foi um baque. “A gente nunca espera que aconteça isso conosco. Ficamos arrasados”, contou Eridênia, que acordou às 3 horas da manhã com uma ligação no celular do alarme de incêndio. Devido a característica dos produtos, o fogo aumentou rapidamente e deu trabalho aos militares do Corpo de Bombeiros. “Liguei para a minha família para avisar, e notícia ruim sempre é difícil de dar. Todo mundo ficou abalado. Era um patrimônio construído ao longo de 11 anos, e, de uma hora para outra, estava tudo queimando”, contou a gerente.
 
Segundo ela, aos poucos as coisas vão sendo reorganizadas. A filial da loja Mundo das Utilidades, situada na rua Água Santa, que normalmente vende produtos mais caros, depois do incêndio passou a oferecer também algumas mercadorias que eram exclusivas da matriz incendiada. O objetivo é não deixar o cliente sem atendimento.
 
A gerente conta que pessoas de várias partes da cidade compravam na loja, que oferecia produtos a preços especiais, geralmente a partir de R$ 2.  “Lá tinha um pouquinho de cada coisa. Vasilhas, copos, pratos, brinquedos, vasos, baldes, ferramentas, até material escolar. O pessoal até falava que era o ‘shopping’ de Itabira”, lembra Eridênia.
 
Segundo ela, as causas do incêndio ainda são desconhecidas. “Depois que o susto passa, a gente começa a refletir. Agora é bola pra frente e correr atrás do prejuízo”, ressaltou. A família pensa em reinaugurar o estabelecimento, mas ainda não tem previsão de quando nem onde.