Após facada e medida protetiva, homem volta a ameaçar irmã e é preso novamente em Itabira
O indivíduo já havia sido preso em 2025 por tentativa de feminicídio, quando desferiu uma facada nas costas da irmã

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), por meio da Delegacia Especializada em Atendimento à Mulher de Itabira (DEAM Itabira), cumpriu na tarde de quarta-feira (12) um mandado de prisão preventiva contra um homem de 29 anos, no bairro Colina da Praia, em Itabira.
A prisão foi determinada após uma investigação apontar que o suspeito descumpriu reiteradamente uma medida protetiva de urgência (MPU) em favor de sua irmã, de 28 anos. O mesmo homem já havia sido preso em 2025 por tentativa de feminicídio, quando desferiu uma facada nas costas da irmã. Na ocasião, a vítima já detinha medidas protetivas que proibiam o contato ou aproximação do agressor.
Logo após ser posto em liberdade provisória, o autor voltou a perseguir e ameaçar a vítima, o que motivou a polícia a representar pela prisão preventiva. Conforme o delegado João Martins Teixeira, responsável pelo caso: “o risco de reiteração delitiva era concreto e incontestável. O investigado foi solto e, em menos de 72 horas, já estava novamente perseguindo e ameaçando a vítima. A prisão preventiva foi a medida capaz de resguardar a vida e a integridade física da vítima.”Após o cumprimento do mandado, o suspeito foi encaminhado ao sistema prisional e permanecerá à disposição da Justiça.
Prisão similar ocorreu na semana passada
Na última sexta-feira (7), a Polícia Civil de Itabira já havia prendido um homem de 23 anos, investigado por agredir violentamente sua ex-companheira, de 28 anos,no bairro Fênix. De acordo com o inquérito policial, o crime teria ocorrido em 9 de outubro de 2025. Movido por ciúmes, o suspeito abordou a vítima em uma distribuidora de bebidas, tomou o celular dela e o arremessou ao chão. Em seguida, desferiu diversos socos no rosto da mulher, causando ferimentos visíveis. A agressão só foi interrompida graças à intervenção de um cliente que estava no local.
As investigações revelaram ainda que o homem já descumpria uma medida protetiva de urgência que o impedia de se aproximar da vítima. Mesmo após o episódio, ele continuou enviando mensagens com ameaças à ex-companheira.




