Atualmente, o município enfrenta pontos de perda no sistema, especialmente em períodos de chuva. Valdeci explicou que algumas redes coletoras e interceptoras foram danificadas ao longo do tempo. “Encontramos problemas, às vezes até na época de chuva, que algumas redes coletoras de esgoto, até mesmo os interceptores, foram levados, foram destruídos”, afirmou.
A recuperação dessas estruturas já começou e resultou em aumento no volume de esgoto tratado neste ano. No entanto, um dos principais trechos ainda aguarda intervenção: o interceptor localizado na região do bairro Praia, que conduz o esgoto até o emissário responsável por encaminhá-lo à estação de tratamento.
Obras em andamento e projeção de ampliação
De acordo com o SAAE, uma empresa já foi contratada para executar obras de proteção da rede, incluindo a construção de um muro de gabião, e religar o interceptor rompido. Com essa intervenção, a expectativa é elevar o índice de coleta para cerca de 80% na área urbana. Hoje, o município opera com aproximadamente 50% do esgoto coletado nesse sistema.
Zona rural
O SAAE informou que o tratamento de esgoto na zona rural ainda é limitado e segue, em grande parte, por soluções individuais adotadas pelos moradores, como fossas sépticas. A autarquia estuda alternativas para ampliar a cobertura, mas não há cronograma definido até o momento.