Amepi e Uemg inauguram terceiro andar da instituição em Monlevade

Diretor da Uemg, José Arnaldo (de azul, à esquerda) e presidente da Amepi, José Maria Repolês (ao centro, de branco), inauguraram terceiro andar da escola em Monlevade

Amepi e Uemg inauguram terceiro andar da instituição em Monlevade

A Associação dos Municípios da Microrregião do Médio Piracicaba (Amepi) e a Universidade do Estado de Minas Gerais (Uemg) inauguraram, na tarde dessa quarta-feira, 19 de dezembro, o terceiro andar do prédio do campus de João Monlevade. A nova ala conta com oito salas de aula, dois banheiros e duas rampas de acesso para pessoas com deficiência.

A construção custou cerca de R$800 mil e a verba veio da Secretaria de Estado de Governo (Segov) a partir de emenda parlamentar do peessedebista Mauri Torres, enquanto era deputado estadual. De acordo com o diretor da Uemg de Monlevade, José Arnaldo da Mata Machado, o terceiro andar supre uma grande necessidade da instituição, que é a instalação das rampas de acesso. “Tínhamos uma grande dificuldade em ter alunos cadeirantes por causa da acessibilidade. Mas, agora, essas rampas vão nos permitir recebê-los”, comentou o diretor.
 
A Amepi entrou de parceira da Uemg na obra como gestora dos recursos que vieram do Governo do Estado. A obra não está totalmente finalizada e ainda restam cerca de R$30 mil para ser aplicado no novo andar. Por causa do fim de ano, esse dinheiro só poderá ser usado depois do dia 3 de janeiro. Como encerra seu mandato à frente da Amepi neste mês de dezembro, o prefeito de Dom Silvério, José Maria Repolês, fez questão de inaugurar a obra, mesmo com detalhes para ser finalizado.
 
“Posso dizer que essa é uma das inaugurações mais importantes da minha vida. Investir em educação é uma obrigação de todo político. Sou um cara politicamente realizado”, afirmou José Maria, que além de se despedir da Amepi, também deixa a Prefeitura que comanda há oito anos.
 
Agora, a Uemg vai buscar recursos para a construção do quarto andar, além da instalação de um elevador. “Ainda temos a restrição do aluno cadeirante não conseguir chegar à biblioteca. Para isso, um elevador é essencial. No entanto, precisamos do quarto andar para ter a permissão para instalar o elevador”, explicou o diretor José Arnaldo. De acordo com ele, a construção do próximo andar está orçada em cerca de R$ 1 milhão.     

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