O trabalho é desenvolvido pelos alunos do segundo ano da ETFG. São 18 estudantes, ao todo, divididos em dois grupos, cada um com uma empresa. Um escolheu a House, que seria uma casa noturna. O outro, a The W1nners, uma loja de material esportivo. São os próprios jovens que escolhem o nome, desenvolvem a logomarca e estruturam os departamentos da firma que montaram.
“A gente vivencia cada setor de uma empresa. Há um rodízio nas funções, o que é importante para que tenhamos experiência”, comenta a aluna Priscila Almeida. Dentro das empresas, os participantes simulam atuação nas áreas de marketing, recursos humanos, vendas e compras, entre outras. “No primeiro ano a gente tem a teoria e no segundo colocamos em prática”, completa a estudante.
O trabalho da ETFG é auxiliado pelo Centro de Empresas Simuladas (CesBrasil), que fornece o dinheiro fictício e dá instruções de como fazer a empresa funcionar, além de ajudar com um banco de dados com todas as firmas desse modelo no país. A atividade é aberta à comunidade, alunos de outras escolas e familiares dos estudantes.
Para a coordenadora da escola, Monique Bersan Mariano Cabral, o trabalho de simulação é uma importante ferramenta de preparo para o futuro. “Os alunos sentem na prática o que é fazer uma empresa andar. É uma maneira deles estarem preparados para o exigente mercado de trabalho”, afirma.