Alberto Pinto Coelho recomenda que PP lance candidatura própria em Itabira
Vice-governador declarou apoio à escolha do partido em Itabira
O vice-governador de Minas Gerais, que também é presidente Estadual do PP, Alberto Pinto Coelho, reuniu a militância progressista e recomendou que o partido lance um candidato próprio para concorrer às eleições municipais do ano que vem. Ele ainda declarou apoio à escolha do partido em Itabira.
Na sexta-feira, logo após o 4º Congresso Estadual do partido, o vice-governador reuniu a caravana de Itabira para, além de agradecer a presença, fazer a recomendação.
O vice-governador ratificou, ainda, que estará na cidade nos próximos meses. Ele pretende reunir com os progressistas para traçar estratégias para as eleições municipais.
O 4º Congresso Progressista, realizado em Belo Horizonte, reuniu lideranças partidárias de Minas Gerais e de outros estados, como a presidente nacional do Mulher Progressista, Maria Elizabeth Tiscoski, de Santa Catarina; a deputada federal Cida Borghetti, de Curitiba e o senador Francisco Dornelles, presidente nacional do partido.
O governador Antonio Anastasia e o prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda participaram do evento e compuseram a mesa de honra. O vereador licenciado Neidson Dias Freitas, presidente estadual da Juventude Progressista, também compôs a mesa.
Num discurso rápido, Anastasia fez questão de ressaltar o papel de destaque que o partido tem desempenhado, tanto em nível nacional quanto estadual. “É um partido vivo, que não se preocupa em fazer política apenas às vésperas das eleições. É articulado, é um dos partidos com o maior número de filiados em todo o país. E isso não poderia deixar de refletir na representatividade. Tem um grande número de senadores, deputados, prefeitos e vereadores. É um partido de grande destaque”, disse o governador do Estado, ao abrir o evento.
O Congresso reuniu lideranças mineiras para discutir a renegociação da dívida do Estado com a União, que hoje está em R$ 54,84 bilhões. Os números foram apresentados pelo secretário de estado de Fazenda, Leonardo Maurício Colombini. Segundo ele, o Estado compromete 13% de sua receita para seu pagamento e não existe perspectiva de que ela seja quitada integralmente. “Da forma em que está, em 2028 teremos pagado R$ 76,790 bilhões e ainda devendo R$ 43,784 bilhões. É uma dívida impagável”, ponderou.
O encontro também discutiu água, minérios e o posicionamento do partido nas eleições de 2012.