Corpo de Polyanna é sepultado em meio a prantos de pais, amigos e parentes

Momento em que o pai de Polyanna, em prantos, dá adeus à filha

Comoção, revolta, perda, injustiça, tristeza. Esses foram alguns dos sentimentos presentes na tarde desta quinta-feira (11), no Cemitério da Paz, em Itabira, durante o sepultamento de Polyanna Carolina da Silva Barbosa Lopes, 23 anos, brutalmente assassinada com 18 facadas pelo ex-marido Marcello Oliveira Lopes, 24 anos. (Veja matéria)
 
O saguão que circunda os espaços de velório, estava repleto de pessoas que vieram prestar sua ultima homenagem a Polyanna. Funcionários da loja onde ela trabalhava compareceram em peso ao local. O pai da vítima permaneceu o tempo todo ao redor do corpo da filha, chorando muito e amparado por amigos e parentes.

De acordo com informações de responsáveis pelo local, aproximadamente 300 pessoas acompanharam o cortejo e cerca de 1.500 passaram pelo local durante todo o dia para dar o último adeus a Polyanna.

 
Às 16h40, o caixão com o corpo de Polyanna desceu para a cova. O pai e a irmã entraram em desespero, chorando muito e ficaram inconsoláveis. A mãe passou mal e precisou afastar-se. “Deus, porque aconteceu isso comigo? Ela era tão nova…”, lamentava o pai da vítima.