Camelôs precisam ser proibidos, diz presidente da CDL
Presidente afirma que ambulantes atrapalham as vendas do comerciante que paga impostos

A presença de vendedores ambulantes espalhados pelas ruas de Itabira tem incomodado comerciantes e a Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL). Mascates de móveis, panelas, redes, cobertas, sapatos, meias, cintos e vários outros produtos se espalharam pela cidade nos últimos tempos e tem prejudicado os lojistas. Segundo o presidente da CDL, Maurício Henrique Martins, estes camelôs precisam ser proibidos no município.
“Se você visitar a rua Água Santa poderá ver cerca de 18 lojas fechadas e este número pode estar aumentado. O comércio está fechando as portas e a presença dos vendedores ambulantes prejudica ainda mais as vendas. Já estamos em época de crise, não precisamos ficar disputando cliente com vendedores de rua, que na maioria das vezes vendem produtos de péssima qualidade, enganando o consumidor e prejudicando as lojas da nossa cidade”, destacou Maurício.
Ainda de acordo com o presidente, há necessidade de medidas urgentes para espantar os ambulantes das ruas. Barrar esse tipo de venda, na sua opinião, é uma maneira de contribuir para a economia local e valorizar os empresários que acreditam no potencial da cidade.
“Estes vendedores vêm para a cidade, não contribuem com os impostos, enganam os consumidores, prejudicam nossos lojistas e ainda levam o dinheiro que era para circular aqui. Sem dúvidas, é preciso controlar a entrada destes comerciantes na cidade, que fiscalize mais as ruas e os locais que eles costumam ficar. Afinal de contas, os tributos, os impostos quem pagam são os comerciantes itabiranos, não é justo o que está acontecendo”, cobrou o presidente da CDL.
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