Em Itabira desde 2008, Unifei já desenvolveu 194 pesquisas científicas

De acordo com Meyr, a expectativa é que a quantidade de pesquisas aumente ainda mais

Em Itabira desde 2008, Unifei já desenvolveu 194 pesquisas científicas

 

Com a missão de ajudar Itabira a diversificar sua economia, a Universidade Federal de Itajubá (Unifei) está fazendo sua parte. De 2008 a 2012, a instituição emplacou 194 estudos científicos em diversas áreas do conhecimento, incluindo trabalhos de iniciação científica e projetos chamados “guarda-chuvas” – que duram mais tempo e envolvem professores, inclusive de outras universidades.
 
Um trabalho de convergência está sendo desenvolvido para transformar este conhecimento em geração de renda, como DeFato vai mostrar na próxima edição. “Alguns projetos são financiados por instituições como CNPQ e Fapemig. Outros são voluntários”, afirma Meyr Pereira Cruz, técnica em assuntos educacionais da Unifei.
 
Segundo a servidora, há estudos muito específicos e complicados (como, por exemplo, a Computação Aplicada à Engenharia) e outros ligados diretamente ao dia a dia do cidadão, voltados à cultura, sustentabilidade e educação.
 
Transformar “lixo” em produto comercializável. Esta é a proposta de uma pesquisa coordenada pelo professor Carlos Augusto Souza de Oliveira e desenvolvida pelas alunas Alaíde Marta dos Santos e Letícia Maria Costa Teixeira, da Unifei-Itabira. Ainda em fase de conclusão, o estudo converte resíduos da construção civil em materiais para novas edificações.
 
De acordo com Meyr, a expectativa é que a quantidade de pesquisas aumente consideravelmente, principalmente as de iniciação científica com participação dos alunos – considerando que a quantidade de estudantes deve chegar a 10 mil quando o complexo universitário estiver concluído. (Veja mais na edição 238 da revista DeFato).
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