Mesmo com greve dos técnicos, aulas na Unifei retornam no dia 3 de agosto

Retorno segue o calendário acadêmico normal da instituição

Mesmo com greve dos técnicos, aulas na Unifei retornam no dia 3 de agosto

A Universidade Federal de Itajubá (Unifei) informou, por meio de comunicado em seu portal, que mesmo com a greve dos técnicos administrativos, as aulas retornarão no dia 3 de agosto. O retorno segue o calendário acadêmico normal da instituição.  

O comunicado é da Secretaria de Comunicação (Secom). Desde o dia 8 de junho os servidores de Itabira estão em greve. Na noite da última quinta-feira, 23 de julho, representantes dos técnicos de várias instituições estiveram no auditório da Faculdade de Medicina da UFMG e votaram por unanimidade por negar a proposta do governo e pela manutenção da greve, que já dura mais de 50 dias no Estado.

Os técnicos de Itabira se mobilizaram no dia 16 de julho, na portaria da instituição de ensino, no Distrito Industrial. A finalidade foi o recolhimento de assinaturas que serão encaminhadas ao reitor da universidade, Dagoberto Alves de Almeida, na tentativa de agendar uma reunião com o Comando Local de Greve (CLG), em Itajubá.

A categoria reivindica:

-Término das obras do Restaurante Universitário (RU), com bons preços e qualidade

-Criação de uma creche para atendimento aos filhos dos servidores (Staes e docentes) e alunas (mães) da Unifei

-Implantação de brigadas de incêndio e primeiros socorros

-Pagamento de vale-transporte intermunicipal mediante comprovação de residência ao invés de passagens

-Implantação de políticas de qualificação para os servidores que desejam fazer sua primeira graduação

-Conclusão dos trabalhos da comissão criada para a implantação dos Turnos Contínuos para o funcionamento interrupto por 12 ou 18 horas dos órgãos da universidade (os alunos do noturno não são contemplados com laboratórios e secretárias com pleno atendimento)

-Compromisso de atuar junto a Andifes, para que esta firme posição junto ao MEC, MPOG e Governo Federal para isentar a pasta da Educação dos cortes previstos no ajuste fiscal e negociar as demandas da categoria, reposição de perdas que somam 27,3%, bem como Data-Base no sérviço público e revisão anual geral dos benefícios (plano de saúde e alimentação)

 

 

 

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