Retorno às aulas enfrenta problemas como pouco dinheiro e calendário apertado

Para recuperar mais de cem dias sem aulas presenciais, marca alcançada na semana passada, secretários municipais e estaduais de Educação, parlamentares, membros do Conselho Nacional de Educação (CNE) e acadêmicos vêm discutindo como minimizar riscos reais na volta às escolas brasileiras.

Para recuperar mais de cem dias sem aulas presenciais, marca alcançada na semana passada, secretários municipais e estaduais de Educação, parlamentares, membros do Conselho Nacional de Educação (CNE) e acadêmicos vêm discutindo como minimizar riscos reais na volta às escolas brasileiras.
Entre os principais desafios estão a desigualdade de aprendizagem — que se acentuou durante a paralisação, pois alunos da rede pública e os mais pobres não tiveram o mesmo acesso a aulas on-line — e a retomada do crescimento da taxa de abandono escolar. Tudo isso num cenário de pouco dinheiro e tempo.
Dez capitais já marcaram a data para a reabertura de escolas entre julho e agosto. A decisão, no entanto, vai na contramão do desejo popular: segundo pesquisa Datafolha, divulgada no sábado (27), 76% dos entrevistados são contrários a reabertura das escolas pelos próximos dois meses.

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