Abandono escolar e desigualdade na educação impedem desenvolvimento econômico, diz economista

O IBGE divulgou que mulheres pretas ou pardas, entre 18 e 24 anos, apresentam uma taxa de frequência líquida escolar quase 50% menor (22,3%) que das mulheres brancas (40,9%).

O IBGE divulgou que mulheres pretas ou pardas, entre 18 e 24 anos, apresentam uma taxa de frequência líquida escolar quase 50% menor (22,3%) que das mulheres brancas (40,9%). Homens pretos e pardos apresentam um atraso escolar ainda maior, apenas 15,7% deles conseguem concluir o ensino superior.
“Quando os melhores índices de educação estão concentrados em um grupo pequeno da população, o poder de barganha por melhores salários é maior nesse grupo, enquanto que o poder de negociação da maior massa dos brasileiros é baixo”, diz Cristina Helena Pinto de Mello, economista da ESPM.
De acordo com Cristina, esse é um dos fatores que impactam na desigualdade de renda e de poder de consumo no Brasil.

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