Mulheres na ciência: Educação Básica deve ser pilar principal

Uma quer cursar Astrofísica e a outra, influenciada por dois anos de pandemia, encaminha-se para a Biomedicina ou Biotecnologia.

Uma quer cursar Astrofísica e a outra, influenciada por dois anos de pandemia, encaminha-se para a Biomedicina ou Biotecnologia. 
Com 18 e 15 anos, respectivamente, as irmãs Beatriz e Luiza Quadros Schmitt são o retrato de uma legião de meninas ansiosas por ocupar assentos cada vez mais relevantes em carreiras relacionadas à Ciência, seja no Brasil, seja no exterior. 
Uma missão complexa e com muitos desafios, segundo sugerem os números. De acordo com um artigo publicado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) em 2020, as mulheres são apenas 14% da Academia Brasileira de Ciências.

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