Coronavírus em Monlevade: delegado regional afirma que seguirá orientações da Visa e chefia da Polícia Civil

Primeiro caso confirmado na cidade é de uma policial civil. Ela está afastada de suas funções há uma semana

Coronavírus em Monlevade: delegado regional afirma que seguirá orientações da Visa e chefia da Polícia Civil
Delegado Paulo Tavares, delegado regional de João Monlevade – Foto: Cíntia Araújo/DeFato Online

O primeiro caso de coronavírus confirmado em João Monlevade tem como paciente uma policial civil. Assim, a reportagem da DeFato conversou com delegado regional da 4ª Delegacia Regional de Polícia Civil de João Monlevade (4ª DRPC), Paulo Tavares. De forma bem objetiva, ele afirmou que a delegacia seguirá à risca as orientações da Vigilância Sanitária e ainda, da chefia da Polícia Civil em Minas Gerais.

Polícia Civil em Monlevade – Foto: Cíntia Araújo/DeFato Online

Ainda segundo o delegado, tão logo a policial apresentou os primeiros sintomas, ela foi afastada de suas atividades. Desta forma, há uma semana ela não teve mais contato com nenhum servidor ou com o público que vai à delegacia. “A policial não viajou recentemente, até porque estava trabalhando. E ela mesma optou em fazer o teste rápido para coronavírus, visto a demora em obter resultado em laboratório público”, explicou Paulo Tavares.

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O delegado ainda informou à DeFato que tão logo teve a confirmação por parte da policial, comunicou a chefia do 12º Departamento de Polícia Civil, ao qual a Regional de Monlevade é subordinada. Seguindo as diretrizes adotadas pela corporação, determinou-se a continuidade dos trabalhos da delegacia de João Monlevade, tomada as devidas precauções que já vinham sido adotadas anteriormente: os serviços presenciais são mantidos em casos de urgência comprovada e o atendimento online é em cumprimento à portaria estadual.

Além disso, segundo o delegado, qualquer servidor que apresentar sintomas gripais, deve comunicar a chefia e ser submetido a exames. “Continuamos prestando serviço ao cidadão, pois o trabalho da Polícia Civil, bem como dos demais agentes de segurança pública não pode parar. Peço respeito à nossa policial, que se encontra em isolamento social e prudência na divulgação de informações tanto à imprensa quanto aos internautas”, reiterou Paulo Tavares.

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