Gilvan diz que gestão de Wagner no Cruzeiro teria condições de pagar dívidas na Fifa

Ex-presidente afirma que deixou bons ativos ao seu sucessor.

Gilvan diz que gestão de Wagner no Cruzeiro teria condições de pagar dívidas na Fifa

As dívidas acumuladas pelo Cruzeiro na Fifa são referentes a jogadores contratados na gestão de Gilvan de Pinho Tavares, que administrou o clube de 2012 a 2017. Para o ex-presidente, o seu sucessor, Wagner Pires de Sá, teve totais condições de resolver os problemas, visto que recebeu um elenco com muitos ativos quando iniciou o mandato, em 1º de janeiro de 2018. A explicação de Gilvan foi dada em entrevista ao canal e-Live Sports, do jornalista Afonso Alberto.

“A dívida do Cruzeiro, pelas contas que foram prestadas, era de R$ 350 milhões, se não me engano. Mas essa dívida estava equacionada no Profut, você não tinha que desembolsar nada para pagar, pois pagaria durante 20 anos. Tinha uma dívida de curto prazo que eram as dívidas na Fifa. Mas eu deixei o suficiente no Cruzeiro para ele quitar essas dívidas. Por exemplo: não vendi nenhum jogador para deixar o presidente que veio me substituir passar pelo que passei em 2012. Deixei o time campeão da Copa do Brasil de 2017 montadinho, com os mesmos jogadores, para o presidente que me substituiu, o Wagner. O time era tão bom que foi campeão da Copa do Brasil de novo em 2018, e com os jogadores valorizados”.

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