Homem fica em estado grave após ser esfaqueado em Venda Nova

Suspeito seria amigo do filho da companheira da vítima e teria atacado o homem após desentendimento ligado ao relacionamento

Homem fica em estado grave após ser esfaqueado em Venda Nova
Foto: Reprodução/Polícia Militar de MG

Um homem de 37 anos ficou em estado grave após ser esfaqueado nessa terça-feira (19) no bairro Lagoinha Leblon, na região de Venda Nova, em Belo Horizonte. A tentativa de homicídio foi registrada na rua Vila Isabel.

Segundo a Polícia Militar, o suspeito tem 30 anos, mora na região e era amigo antigo do filho da companheira da vítima. Ele fugiu após o crime e não havia sido localizado até o encerramento da ocorrência.

Quando os militares chegaram ao local, encontraram a vítima inconsciente e com perda de sangue. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou a ser acionado, mas populares levaram o homem para a UPA Justinópolis antes da chegada da equipe. Depois do primeiro atendimento, ele foi transferido para o Hospital Risoleta Tolentino Neves. Conforme a ocorrência, a vítima teve o pulmão atingido por uma faca.

À polícia, uma mulher de 51 anos contou que mantém um relacionamento com a vítima há cerca de três meses. Ela disse que o suspeito frequentava a casa da família por ser amigo de seu filho, também de 30 anos. A mulher relatou que o companheiro costumava passar tempo na residência dela e, em algumas ocasiões, dormia no local. A suspeita inicial é que o autor tenha ficado incomodado com a relação.

No dia do crime, segundo o relato, a mulher chegou do trabalho acompanhada da vítima. Pouco depois, o homem foi até a própria casa, que fica nas proximidades, para tomar banho.

Minutos depois, ela ouviu gritos e chamou o filho para verificar o que havia acontecido. Em seguida, a vítima retornou ferida, caiu no chão e indicou aos presentes quem seria o autor do ataque. O filho da mulher afirmou aos militares que o suspeito era uma pessoa afastada da família e sem amigos íntimos. A Polícia Militar fez buscas na região, mas ninguém foi preso.

O caso deve ser investigado pela Polícia Civil, que vai apurar a motivação, a dinâmica da agressão e a responsabilidade do suspeito.