Itabira pode ter quartel do Corpo de Bombeiros Civil

Projeto é coordenado pelo comandante do batalhão de bombeiros civis de São Gonçalo do Rio Abaixo, Lucas Paiva, que também comandará o quartel na cidade

Itabira pode ter quartel do Corpo de Bombeiros Civil
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Até o final deste ano a expectativa é que seja implantada em Itabira uma unidade do Corpo de Bombeiros Civil e Brigadistas Voluntários. O projeto é coordenado pelo comandante do batalhão de bombeiros civis de São Gonçalo do Rio Abaixo, Lucas Paiva, que também comandará o quartel na cidade.
 
O processo ainda está em fase inicial e precisa de apoio e parcerias para sair do papel. A Câmara Municipal é uma das apoiadoras, segundo Lucas, ao saber da importância do serviço para o município. Quinze profissionais estão sendo formados para atuar no município, mas o contingente pode chegar a 60. A empresa Fire Control, também de Lucas Paiva, fará o treinamento.
 
Negociações visando angariar recursos para compra dos equipamentos estão avançadas com empresas, sobretudo do Distrito Industrial. A sede do quartel ainda não foi definida, mas está em negociação com a Prefeitura. “Ter o Bombeiro Civil em Itabira é muito importante e nossa intenção é trabalhar em parceria com o Corpo de Bombeiros Militar”, afirmou Lucas.
 
O comandante ainda destacou o árduo trabalho dos bombeiros militares, que se desdobram para atender ocorrências diversas em Itabira e cidades da região – mesmo com o efetivo reduzido. O Corpo de Bombeiros Civil também ajudará nas ocorrências atendidas pelo Samu, que será regionalizado e terá sua central de regulação transferida para Belo Horizonte.
 
A princípio, os profissionais trabalharão voluntariamente, mas há a intenção de municipalizar o serviço. Para isso acontecer, um projeto precisa passar pela aprovação da Câmara e sanção do prefeito. Assim, os bombeiros civis poderiam se tornar servidores públicos. Em Minas Gerais, Belo Horizonte, Mariana, Barão de Cocais, São Gonçalo do Rio Abaixo, Caratinga e Itabirito contam com o serviço. Nos estados do sul do Brasil, segundo Lucas, 90% das cidades são assistidas pelos profissionais.

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