PM e Civil aumentam efetivo para inibir ação de oportunistas

Segurança pública estará reforçada no dia do maior simulado de barragens do Brasil

PM e Civil aumentam efetivo para inibir ação de oportunistas
Sede do 26º Batalhão de Polícia Militar – Foto: Divulgação/PMMG
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Para garantir a segurança e ordem pública no dia do simulado de Itabira, que acontece no sábado (17), as polícias Civil e Militar prepararam um esquema reforçado de policiamento. Para reforçar a equipe do 26º Batalhão de Polícia Militar (BPM) de Itabira virão 60 policiais:  20 do Pelotão de Choque e 40 da Academia de Polícia Militar.

A PM há alguns meses vem se reunindo para verificar os principais pontos que teriam que ser ocupados a fim de garantir da melhor forma a segurança pública das pessoas que estão participando do simulado e no cotidiano. Então, preocupamos em dividir o município em quadrantes de forma que a gente não esquecesse nenhum ponto do município”, explicou o tenente Fabrício Conde Salazar, chefe da Seção de Planejamento e Operações do 26º BPM.

Tenente Salazar, do 26º BPM – Foto: Thamires Lopes/DeFato

Além de Itabira, o 26º BPM abrange os municípios de Barão de Cocais, Bom Jesus do Amparo, Carmésia, Catas Altas, Ferros, Itambé do Mato Dentro, Passabém, Santa Bárbara, Santa Maria de Itabira e São Gonçalo do Rio Abaixo.

A Polícia Civil também vai atuar ativamente do simulado. “Sete viaturas e 12 investigadores serão disponibilizados com o objetivo de circular na cidade, prestar auxílio aos cidadãos, sanar dúvidas e, principalmente, garantir a ordem e segurança pública”, afirmou o delegado regional de Itabira, Helton Cota Lopes.

Além de Itabira, a Delegacia Regional abrange os municípios de Santa Bárbara, Barão de Cocais, Catas Altas, Bom Jesus do Amparo, São Gonçalo do Rio Abaixo, Itabira, Ferros, Santa Maria de Itabira, Carmésia e Passabem.

Delegado regional de Itabira, Helton Cota Lopes – Foto: Thamires Lopes/DeFato

Assalto a casas em áreas interditadas

Em 26 de abril, vários moradores na Comunidade do Socorro, em Barão de Cocais, receberam a notícia que suas casas foram arrombadas. A entrada do local estava interditada pela Defesa Civil e, na teoria, ninguém pode passar da barreira, nem os donos das casas.

A Vale era a responsável pela segurança e, segundo a PM, quem entra na área interditada pode até ser processado por crime de desobediência. No dia 8 de fevereiro, mais de 450 pessoas foram obrigadas a sair de casa, por causa do risco de rompimento da barragem Sul Superior da Mina de Gongo Soco.