Prefeitura de Itabira apresenta nova proposta sobre cartão-alimentação ao Sindicato dos Servidores; saiba mais
Na reunião, o Executivo também mostrou ao SINTSEPMI dados sobre o atual cenário econômico do município

A Prefeitura Municipal de Itabira realizou, na manhã desta terça-feira (5), nova reunião com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores e Servidores Públicos Municipais de Itabira (SINTSEPMI), Áuro Gonzaga, e outros representantes da categoria para apresentar dados sobre o cenário financeiro do Executivo, além de uma nova proposta sobre o cartão-alimentação. Também participaram das discussões os secretários municipais Roberto Chaves (Governo) e Paulo Henrique Figueiredo (Administração), o presidente da Câmara Municipal, Carlos Henrique Silva Filho “Carlin Sacolão Filho” (Solidariedade), e a vereadora Dulce Citi Oliveira (PDT).
De acordo com uma nota divulgada pela prefeitura, no encontro, “foram apresentados os dados que representam o atual cenário financeiro do município, que explicam a queda de arrecadação e medidas de contingenciamento. Além disso, dando continuidade às tratativas sobre medidas de contingenciamento e seus impactos, o assunto principal em pauta foi o benefício do cartão-alimentação para os servidores municipais efetivos”.
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Ainda segundo o comunicado, “a proposta do município encaminhada à Câmara Municipal, nesta terça-feira, foi a de manter o benefício integral para servidores que recebam até o valor de R$ 4.517,23 (R$470) e para os servidores com vencimentos na faixa salarial de R$4.517,23 a R$9.000, o benefício será de 50% do valor do cartão-alimentação (R$235). É importante destacar que a proposta é transitória e, com isso, havendo viabilidade orçamentária, a extensão do cartão-alimentação para todos será reavaliada com transparência e responsabilidade fiscal”.
Conforme os dados apresentados pela Secretaria de Administração e Governança, a nova proposta para o cartão-alimentação dos servidores efetivos alcança 1.185 servidores com o benefício integral, 841 terão direito a 50% do valor e cerca de 1.300 perderão o benefício temporariamente.





