Prefeitura de Monlevade discute protocolo próprio para possível reabertura das escolas
Em nota oficial, a assessoria de comunicação de Monlevade ressaltou que na cidade as medidas serão tomadas de forma individual
O governo do Estado autorizou cidades mineiras que estão na onda verde a retomarem as aulas presenciais no ensino básico. A cidade de João Monlevade está na onda verde, mas preferiu seguir um outro caminho. Mesmo não estando na lista divulgada pelo Estado de cidades autorizadas a retornar às atividades, a assessoria de comunicação informou à DeFato que o Executivo está preparando um protocolo próprio para o retorno.
Prefeitura
Em nota oficial, a assessoria de comunicação de Monlevade ressaltou que na cidade as medidas serão tomadas de forma individual, com um documento elaborado para a própria cidade.
“Não há previsão. Monlevade terá o seu decreto próprio, mas a Secretaria de Educação aguarda o Governo de Minas publicar o protocolo de volta às aulas. Enquanto isso, a Prefeita fará reuniões com especialistas da área para discutirem sobre o assunto.”
A assessoria ainda destaca que “Monlevade está na onda verde, mas a decisão é do município”, portanto, sem retorno às aulas por enquanto.
Entenda o caso
A macrorregião (Médio Piracicaba) onde João Monlevade está inserida é considerada pelo programa Minas Consciente ainda como onda amarela. Neste caso, não seria possível a retomada às aulas neste momento, como dito pelo Estado. Todavia, João Monlevade está na microrregião em que a onda verde é permitida, o que possibilita a retomada das escolas. Porém, cabe a cada município decidir se adere ou não a autorização do Estado.
Itabira também mantém cautela
Em matéria publicada pela DeFato foi apresentada a situação de Itabira pelo Secretário Municipal de Educação, José Gonçalves, que a cidade também não irá retornar às aulas de imediato:
“Vamos deliberar com muita calma. Por isso, não iremos retornar às aulas de imediato. Em primeiro lugar vem a segurança e a tranquilidade de alunos, professores e funcionários das escolas”, ressaltou José.




