Speedy Fox entrega cadeira de rodas especial para criança com microcefalia
A equipe Speedy Fox juntou dinheiro para comprar uma cadeira adaptada para o garoto Enzo
O pequeno Enzo, de quatro anos, que nasceu com microcefalia, recebeu um grande presente dos atletas do grupo de corridas itabirano Speedy Fox: uma cadeira de rodas adaptada. A entrega foi na noite desta terça-feira, 21 de fevereiro, na avenida Mauro Ribeiro.
Ele foi contemplado em mais uma ação do projeto ‘Corrente do Bem’ promovido pela Speedy Fox. Em discurso durante a entrega, o diretor da equipe, Adilson de Sá, explicou que eles começaram a juntar anéis de latinhas com o objetivo de trocar em uma cadeira de rodas. Porém, como seriam necessários 140 pets para entrar na fila para ser trocada por uma cadeira comum, eles decidiram usar a caixinha do grupo para realizar o gesto.
A família, do bairro Juca Rosa, foi indicada por um atleta, de nome Cláudio. Membros da Speedy Fox então visitaram a casa de Enzo e conheceram a luta de sua mãe, Nazareth Aparecida Brum, para criar o garoto especial. A cadeira foi encomendada em novembro, mas como teve que ser confeccionada, só foi entregue agora.

Adilson agradeceu a participação de todos os atletas da equipe na ação. “Vocês acreditaram no projeto por terem feito as doações. E é por isso que estamos aqui hoje para fazer a entrega. Nós sabemos que é uma simples ação, mas sabemos da importância de ajudar”, disse.
Outro presente
Durante a cerimônia, a também diretora da Speedy Fox, Cláudia Damasceno, revelou que o Rotary irá doar uma cadeira de banho para Enzo, que vai facilitar o trabalho da mãe do garoto. “É um projeto do Sarah Kubitschek (hospital). Uma cadeira feita de cano de PVC com uma lona. É uma cadeira simples, mas que vai aliviar ela (a mãe) no banho, pois ela falou que dá banho no menino em uma bacia”, contou.
Agradecimento
Emocionada, Nazareth, mãe de Enzo, agradeceu a ajuda que recebeu da Speedy Fox. Ela também lamentou o fato de só existirem direitos no papel. “Eu quero agradecer a todos vocês que ajudaram, porque a gente que é mãe de uma criança especial assim não é fácil. São muitos direitos, mas só no papel. Na realidade direito não funciona. Para mim conseguir comprar uma cadeira dessa não seria fácil com um salário mínimo, não teria condições”, falou.