Subtenente do Exército atira contra assaltantes no Gabiroba em Itabira

Um subtenente reformado do Exército Brasileiro, de 54 anos, efetuou vários disparos de arma de fogo em direção à dois homens que na noite desta terça-feira, 7 de maio, tentaram assaltar um comércio na rua dos Estudantes, no bairro Gabiroba, em Itabira. F A Central de Operações da Polícia Militar (Copom) recebeu uma denúncia informando […]

Subtenente do Exército atira contra assaltantes no Gabiroba em Itabira
O conteúdo continua após o anúncio


Um subtenente reformado do Exército Brasileiro, de 54 anos, efetuou vários disparos de arma de fogo em direção à dois homens que na noite desta terça-feira, 7 de maio, tentaram assaltar um comércio na rua dos Estudantes, no bairro Gabiroba, em Itabira. F

A Central de Operações da Polícia Militar (Copom) recebeu uma denúncia informando que teria ocorrido uma troca de tiros na referida rua e que dois homens saíram correndo em direção ao ginásio poliesportivo do bairro. Diante da informação, guarnições foram empenhadas para verificar a situação.

Os militares foram informados que dois homens, um deles armado com uma pistola calibre .40, entraram no bar anunciando o assalto. Um dos bandidos exigiu que uma vítima entregasse a chave da sua motocicleta, enquanto o comparsa estava do lado de fora dando cobertura.

O bandido armado para intimidar as vítimas efetuou dois disparos dentro do bar, momento este em que foi surpreendido pelo militar, que para se defender, sacou um revólver calibre 38 e efetuou os disparos em direção aos assaltantes.

No momento dos tiros, os autores saíram correndo e efetuaram vários disparos em direção ao comércio que teve alguns danos. O militar do exército não soube dizer aos policiais se havia acertado os bandidos, mas no local havia marcas de sangue em gotejamento.

Os policiais de posse das características dos autores fizeram um intenso rastreamento na região, mas nenhum suspeito foi preso ou identificado até o momento. A Polícia Civil, que vai investigar o caso, esteve na cena do crime para os trabalhos periciais.

Os militares fizeram contato no pronto socorro e nos hospitais da região, mas nenhuma vítima ferida por disparo de arma de fogo havia dado entrada nas unidades de saúde. O subtenente apresentou a documentação da arma e foi liberado no local.