Bombeiros são chamados para apagar novo fogo na loja Mundo das Utilidades

Bombeiros voltaram à loja para apagar novos focos de incêndio

Bombeiros são chamados para apagar novo fogo na loja Mundo das Utilidades

Por volta das 8h desta sexta-feira, 19 de setembro, uma equipe do Corpo de Bombeiros retornou à loja Mundo das Utilidades, na rua Mestre Emílio, para conter um pequeno foco de incêndio. De acordo com tenente Elizeu Washington, comandante do 4º Pelotão, a chama era de pequenas proporções e em aproximadamente dez minutos a equipe sanou o problema.

Com a estrutura totalmente comprometida, pela avaliação dos bombeiros, o prédio está condenado por causa do rebaixamento de uma laje. Ainda de acordo com o comandante, dificilmente será possível recuperar a estrutura. “Nossa parte nós fizemos. Agora é com o proprietário e a Defesa Civil”, informou.

Uma equipe da Defesa Civil esteve no local nessa quinta, 18, para fazer avaliações. No momento, o prédio está interditado.

Saiba mais sobre o caso

Na madrugada de quinta-feira, quando a loja pegou fogo e consumiu completamente todas mercadorias da loja, foi preciso uma força-tarefa para combater as chamas, que iniciaram por volta das 2h40 da madrugada. A Polícia Militar, o Corpo de Bombeiros e brigadistas da Vale tiveram que se unir. 

Ninguém no local soube informar como o fogo começou. Vizinhos disseram apenas que sentiram um forte calor nas paredes das residências e ouviram barulho de vidros estourando. As chamas tomaram conta dos dois pavimentos da loja.

Grande quantidade de água foi usada para controlar o incêndio. Os bombeiros utilizaram um hidrante da avenida João Pinheiro que manteve o caminhão tanque cheio. Vários caminhões pipas da Vale também auxiliaram no combate ao fogo, que durou cerca de 4 horas. Por se tratar de uma loja de materiais plásticos inflamáveis, uma imensa coluna de fumaça foi vista de longe. Com um efetivo pequeno, o Corpo de Bombeiros teve dificuldade para apagar por completo o fogo, que foi controlado por volta das 6 horas. Segundo informações colhidas no local, os proprietários da loja estariam em São Paulo fazendo compras e não teriam seguro das mercadorias.