Festival da Jabuticaba de Sabará será no próximo fim de semana
A 27ª edição do Festival da Jabuticaba de Sabará, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, será no entre os dias 29 de novembro e 1º de dezembro, em um novo local, o Largo do Barão, no Centro da cidade. A entrada é gratuita. Entre as novidades deste ano estão a geleia de Jabuticaba com […]
A 27ª edição do Festival da Jabuticaba de Sabará, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, será no entre os dias 29 de novembro e 1º de dezembro, em um novo local, o Largo do Barão, no Centro da cidade. A entrada é gratuita.
Entre as novidades deste ano estão a geleia de Jabuticaba com folhas de ouro de 23 quilates, aulas com chefs famosos preparando pratos “gourmet” com o “ouro negro” sabarense. Mesmo antes do festival, já são várias opções para quem deseja alugar um pé para saborear a fruta.
No largo onde vão acontecer o festival e a feira, haverá shows gratuitos com bandas e cantores de MPB, pop-rock e de sertanejo. No domingo, a Banda Santa Cecília, a mais antiga de Minas Gerais, abrirá o evento a partir das 9h.
No dia do evento, também será montada a “Cozinha Show”, que receberá nove chefs mineiros que ensinarão o preparo de pratos diversificados com a dona da festa.
Juntamente com o Festival da Jabuticaba, será realizada a 11ª Feira de Artesanato de Sabará. Nela, o visitante poderá encontrar, entre dezenas de produtos, duas peças que são carro-chefe do artesanato na cidade: a palma barroca e a renda turca de bicos.
Originalmente, a palma era utilizada para decoração de altares, uso que se ampliou para a decoração de casas. Ela tem a forma de um pequeno ramalhete e é feita em metal e banhada com ouro ou prata. A técnica chegou em Sabará em 1808, pelas mãos de imigrantes portugueses. Já a delicada renda turca de bico foi registrada como bem imaterial da cidade e conta com a adesão de centenas de rendeiras locais.
Pousadas é que não faltam para quem quer aproveitar os ares interioranos e barrocos da cidade e conhecer as igrejas centenárias – as principais podem ser visitadas num trajeto feito a pé, em pouco mais de uma hora, incluindo o Centro, com o casario colonial.
Mais detalhes sobre o festival acesse aqui o blog Tudo Viagem