Além do Senai, prefeita negocia também a vinda do Sebrae para Morro do Pilar

Vilma Diniz negocia implantação de instituições que serão parceiras do município

Além do Senai, prefeita negocia também a vinda do Sebrae para Morro do Pilar

Ciente da quantidade de trabalho que a espera pelos próximos quatro anos, a prefeita de Morro do Pilar, Vilma Diniz (PTC), começa a por a casa em ordem. Entre os projetos previstos estão a instalação de unidades do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

A respeito do Senai (que já havia sido anunciado pelo presidente do Ibram, José Fernando Coura), a assessoria de Comunicação da Prefeitura informou que ainda não foram definidos prazos, recursos, locais e quantidade de cursos. “Estamos negociando a parceria com o Senai e também com o Sebrae. Os cursos serão voltados para capacitar a população para receber turistas, atender ao perfil sustentável que a Vilma implantou e, claro, ao empreendimento minerário”, diz nota da assessoria de comunicação da prefeitura.
 
O Senai (capacitação de mão de obra) e o Sebrae (preparação dos empreendedores) serão instituições parcerias do município na estruturação para o que vem por aí. Morro do Pilar é a cidade sede do maior projeto minerário da Manabi no Brasil. A prefeita afirma que está conversando com alta direção da mineradora para discutir as parcerias e contrapartidas sociais para o município. “Temos de trabalhar com eles, buscar contrapartidas necessárias para que esse desenvolvimento não afete o cotidiano do nosso povo”, disse.
 
A prefeitura já concedeu a Carta de Anuência para a mineradora fazer os estudos de implantação do empreendimento. No entanto, para a Manabi começar a trabalhar precisa das licenças Prévia (LP), de Instalação (LI), e de Operação (LO), que são concedidas pelo Governo do Estado. “O que cabe à prefeitura agora é trabalhar para minimizar os impactos da mineração, através de planejamento, de projetos de parceria com a mineradora e com o Governo, a fim de resguardar a identidade, memória e riquezas (culturais, naturais e históricas) já existentes”, diz a assessoria.