Caso Polyanna completa seis meses; família pede Justiça

Polyanna Carolina da Silva Barbosa

Nesta terça-feira, 10 de agosto, completa seis meses que a vendedora Polyanna Carolina da Silva Barbosa, Poly, foi brutalmente assassinada com 18 facadas em Itabira, desferidas pelo seu ex-marido Marcello de Oliveira Lopes, 25 anos.
 
Em um ato de homenagem, o pai de Poly, Wilton Barbosa, e a irmã, Bárbara da Silva Barbosa, fizeram tatuagens do rosto da jovem: o pai tatuou Polyanna no peito e a irmã, nas costas.
 
Amigos e familiares também fixaram um outdoor na avenida João Soares da Silva, no bairro Penha, em homenagem à jovem. No outdoor, uma foto sorridente de Polyanna e os seguintes dizeres: “No dia 1º de agosto, Polyanna completaria 24 anos”. “Não deixem que mais sonhos terminem como os da nossa Poly”. “Nós agradecemos ao apoio e esperamos que seja feita Justiça, para que mais mulheres não morram vítimas do machismo obsessivo”. “Eternamente Poly!”.
 
O crime aconteceu em 10 de fevereiro deste ano, quando Marcello Lopes, ex-marido que não se conformava com a separação, decidiu por fim à vida da Poly com 18 facadas, (cinco no rosto, quatro nas costas, três no peito, três no pescoço, uma no quadril, uma na nuca e uma na orelha). Ele foi preso pela Rotam minutos após o crime.
 
A reportagem verificou que o juiz criminal Ronaldo Vasques, responsável por presidir o processo, quer que o julgamento seja realizado ainda neste ano. Marcello Lopes foi indiciado por crime triplamente qualificado (motivo torpe, sem dar chances à vitima de se defender e com requintes de crueldade).