Morte de travesti pode ter sido encomendada de presídio da capital

A PM apreendeu uma bolsa que pertencia ao travesti Marconi Willian Pereira, 29, “Lorrany” morto a tiros na noite de sexta-feira (20), em Itabira. A Polícia Civil investiga a possibilidade de o crime ter sido encomendado de um presídio de Belo Horizonte.   Na noite dessa segunda-feira (23), por volta das 20h30, a Central de […]

A PM apreendeu uma bolsa que pertencia ao travesti Marconi Willian Pereira, 29, “Lorrany” morto a tiros na noite de sexta-feira (20), em Itabira. A Polícia Civil investiga a possibilidade de o crime ter sido encomendado de um presídio de Belo Horizonte.
 
Na noite dessa segunda-feira (23), por volta das 20h30, a Central de Operações da Polícia Militar recebeu um telefonema da cabeleireira Marcilene Pereira Benevides, 33 anos, irmã de Lorrany, quando a solicitante relatava ter recebido uma ligação confidencial em seu celular de uma pessoa que informou onde estava jogada a bolsa com parte dos pertences da vítima.
 
Os policiais foram até a rua DW-65, no bairro Gabiroba, próxima ao ginásio Poliesportivo, e encontrou, em um lote, a bolsa com vários pertences como: batom, dois mini discos, um tubo de lastek e 15 tipos de maquiagens diversas.
 
Polícia Civil – Em dois dias de investigação, a Polícia Civil conseguiu o depoimento de várias pessoas e supostos envolvidos no caso. Um menor infrator relatou que o crime teria sido encomendado por um detento de um presídio de Belo Horizonte.
 
A polícia verificou também que dois autores seriam da capital e vieram a Itabira executar o crime. A reportagem apurou que os detetives vão verificar se Lorrany tinha algum envolvimento com alguma pessoa da capital para tentar chegar aos motivos do assassinato.

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