A arte em telas
Prazer e paixão. Estes são os sentimentos que a artista plástica Zélia Guerra, 75 anos, tem ao pintar seus quadros. Natural de Santa Maria de Itabira, mas moradora das terras drummondianas desde o primeiro ano de vida, ela conta que já pintou mais de 300 quadros. Muitos deles estão pendurados nas paredes de diversas casas […]
Prazer e paixão. Estes são os sentimentos que a artista plástica Zélia Guerra, 75 anos, tem ao pintar seus quadros. Natural de Santa Maria de Itabira, mas moradora das terras drummondianas desde o primeiro ano de vida, ela conta que já pintou mais de 300 quadros. Muitos deles estão pendurados nas paredes de diversas casas itabiranas.
Segundo Zélia, sua paixão pela pintura começou quando ainda era criança, quando ia visitar as exposições do colégio Nossa Senhora das Dores. Autoditada, ela começou pela pintura em porcelanas e depois passou para telas. “Para me aperfeiçoar, fiz alguns cursos de pintura em tela, envelhecimento, arte barroca e outros. A pintura para mim é uma terapia; quando estou pintando uma tela me desligo de tudo e, se fico muito tempo sem pintar, sinto falta”.
Medalhas
Sua arte já lhe rendeu três medalhas e várias exposições em Itabira e Belo Horizonte, onde morou por 25 anos. Na capital, Zélia expôs telas com arte barroca, na Telemig e no Sesc,realizou uma exposição de anjos. Em Itabira, suas obras já foram expostas na Fundação Cultural Carlos Drummond de Andrade, Câmara Municipal, Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, antiga Telemig e Pousada dos Pinheiros.
Artista plástica pinta há cerca de 40 anos.O que mais gosta de pintar é natureza morta e flores tendo como modelos arranjos naturais. A casa de Zélia é uma galeria de arte, com diversas telas dos mais variados desenhos.Ela também restaura imagens e já trabalhou na restauração da igreja da Saúde.
Casada há 53 anos com Guilherme Ribeiro Rocha de Oliveira, 79, e mãe de quatro filhos, Zélia conta que o seu amor pela arte inspirou sua filha Gisele, que hoje trabalha com decupagem. E sua neta, Ana Luisa, de apenas nove anos, já foi aluna da avó, tendo o interesse pela pintura despertado a partir da observação do amor de Zélia por suas telas. E assim, segue a artista plástica, eternizando em suas telas aquilo que acha de mais belo na natureza e paisagens e se realizando a cada dia com o que ama.