Apesar da autuação, filas entorno da Caixa voltam a se formar
Ainda é possível notar aglomeração na porta da agência bancária, ainda que menor, e desrespeito às normas de distanciamento nas filas por parte dos usuários

Na manhã desta quinta-feira (14), a redação da DeFato Online recebeu imagens com nova formação de filas entorno da Caixa Econômica Federal (CEF), em Itabira. Ainda que menores e com mais distanciamento entre as pessoas, as filas continuam geram aglomeração, sobretudo nas portas de entrada da agência.
A agência em terras itabiranas é reincidente em reclamações sobre a má administração do fluxo de pessoas dentro e fora do banco. Ontem (13), uma equipe da Diretoria de Fiscalização de Posturas, da Secretaria de Desenvolvimento Urbano (SMDU) de Itabira autuou e multou a agência da Caixa por promover aglomeração.
De acordo com a Prefeitura de Itabira, a instituição descumpriu o artigo 6º do Decreto nº 0115/2021, que diz respeito à formação de filas e deixa claro que, sejam elas internas ou externas, a distância mínima deve ser de dois metros entre as pessoas. Além disso, o valor da multa ainda será definido, já que cabe prazo de defesa.
Vale lembrar que os valores da multa poderão variar entre R$ 300,00 e R$ 30 mil. O mesmo decreto estabelece que a penalidade levará em consideração a gravidade da infração, a condição econômica do infrator, a reincidência e o potencial dano à saúde pública.
Reincidente
As filas geradas por usuários da Caixa Econômica Federal já causam transtornos desde o início da pandemia, em março de 2020. A agência, rotineiramente, libera notas informando que está seguindo todos os protocolos sanitários e medidas impostas pelo município. É importante ressaltar que muitas das pessoas que aguardam nas filas são flagradas descumprindo às essas normas.
A reportagem da DeFato esteve no local e pôde flagrar que boa parte da aglomeração é causada pelos próprios usuário que não respeitam as marcações de distanciamento das filas, usam as máscaras indevidamente e se amontoam na entrada da agência. Ainda assim, o novo decreto municipal responsabiliza o banco pela não fiscalização no cumprimento das determinações por parte de seus clientes.




