Corpos de advogado e supervisor do Espírito Santo são encontrados em São Domingos do Prata

Advogado André de Paula Arraz saiu de casa na terça-feira. Corpo dele e do colega de trabalho foram encontrados em São Domingos do Prata

Corpos de advogado e supervisor do Espírito Santo são encontrados em São Domingos do Prata
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) confirmou no início da tarde desta quarta-feira, 12, ter encontrado o carro do advogado capixaba André Arraz, 35, onde ele viajava junto do supervisor Jorge Pereira. Ambos estavam desaparecidos há oito dias. Os corpos dos dois estavam dentro do Volkswagen Gol, placas ODM-2267, que caiu em um ribanceira na Serra do Macuco, município de São Domingos do Prata.
 
Um caminhoneiro encontrou o carro e chamou a polícia. O perito Cristiano Mól, da 4ª Regional de Polícia Civil, esteve no local. Provavelmente, Jorge Pereira perdeu o controle da direção e caiu na ribanceira. Os corpos estavam em decomposição. A Serra do Macuco é conhecida por ser um dos trechos mais perigosos da BR-262, que liga Minas ao Espírito Santo.
 
O advogado e o motorista saíram na noite de terça-feira, 4, da empresa de segurança para qual trabalhavam, em Cariacica, município da Grande Vitória, em direção a Belo Horizonte, onde o advogado participaria de uma audiência. Os dois homens não chegaram ao destino e desapareceram sem deixar pistas.
A esposa de André Arraz, a também advogada Kássia Ferraz Martins Arraz, chegou a fazer uma mobilização na rede social Facebook na esperança de encontrar o marido com vida. O caso ganhou a atenção da imprensa do Espírito Santo e até nacional, já que o desaparecimento foi tema de matéria no Jornal Hoje desta quarta-feira, na Rede Globo.

 

O delegado capixaba, Danilo Bahiense, que comanda as investigações do desaparecimento, e uma equipe de investigadores da Superintendência de Polícia do Interior (SPI) do Espírito Santo, foram ao local onde o carro foi localizado, para ajudar a equipe mineira nos trabalhos de resgate e reconhecimento dos corpos, que serão trazidos para o Necrotério do Cemitério do Baú, em João Monlevade, para serem necropsiados e depois liberados para as famílias no Espírito Santo.
 
A Notícia