Espetáculo Morra de Rir sem fazer Xixi na Fundação Cultural

Dentro da Programação de Verão que a Fundação Cultural Carlos Drummond de Andrade oferece à comunidade, com apoio cultural da Prefeitura de Itabira e patrocínio da Gerdau, no próximo dia 14 de fevereiro, sábado, às 21h, o espetáculo “Morra de Rir Sem Fazer Xixi”, com o Grupo Cia. De Comédia Mineira.   Os ingressos poderão […]

Dentro da Programação de Verão que a Fundação Cultural Carlos Drummond de Andrade oferece à comunidade, com apoio cultural da Prefeitura de Itabira e patrocínio da Gerdau, no próximo dia 14 de fevereiro, sábado, às 21h, o espetáculo “Morra de Rir Sem Fazer Xixi”, com o Grupo Cia. De Comédia Mineira.
 
Os ingressos poderão ser trocados na bilheteria do Centro Cultural por uma caixa de leite longa vida.
 
 “Morra de Rir sem fazer Xixi”
 
A velha fórmula de riso começou a dar certo em BH com este besteirol que abriu espaço para outros sucessos como o conhecido “Espírito baixou em mim”, entre outras. A comédia consegue levar às platéias dos teatros nacionais um número significativo de pessoas em busca de um lugarzinho e de um motivo para dar uma boa risada e esquecer o cansaço do dia – a – dia.
Basta ler o nome da peça para imaginar o que ela propõe e sem nenhuma margem de erro.
 
A comédia é baseada em dois quadros. Um deles á A AMANTE INGLESA que tem como ponto central o triângulo amoroso Susan Creamtowork, Steve Nelson, Caterine Johnson’s And Johnson’s que se desenrolam de forma nada convencional com uma mistura de palavras em inglês e português: O embolês ( A trupe inventou este “embolês” que é uma mistura de inglês, francês, alemão, espanhol, japonês e nadês).
 
Traz um final tragicômico. A segunda parte, AGNES QUE’S GAY tem seu enredo baseado no filme Agnes de Deus o qual satiriza, e é estrelado por Jane Fonda. Um bebê é encontrado morto com um cordão umbilical amarrado no pescoço, a trama investiga através da “pepsicóloga” Doutora Marta, esta tragédia inexplicável junto á uma inocente e casta freira. A doutora utiliza métodos nada convencionais para descobrir o mistério. Um final surpreendente, revelador.
 
Trata-se de um espetáculo moderno e irreverente que traz em sua linha de trabalho toda a amplitude da postura pós-moderna que extrapola qualquer modelo anterior do fazer teatral. Uma brincadeira sobre as formas convencionais. Ë uma transgressão á acomodação da sociedade que, apesar de estar vivendo a modernidade, ainda se comporta como um medieval: Presa e tolhida. O espetáculo é para quem procura boa diversão!