Governo Lula poderá gastar até R$ 3, 5 bilhões em publicidade
A maior fatia da verba será direcionada ao Banco do Brasil que terá à disposição R$ 750 milhões
A nova dinâmica é estratégia da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), que teve o seu comando trocado em janeiro, depois de várias críticas públicas do presidente da República. Lula não concordava com o trabalho desenvolvido pela pasta. Na oportunidade, o publicitário Sidônio Palmeira substituiu Paulo Pimenta (PT).
A princípio, o marketing oficial prende dar maior visibilidade a programas como o Pé-de- Meia do Ministério da Educação e Mais Acesso a Especialistas do Ministério da Saúde.
A maior fatia do orçamento será direcionada ao Banco do Brasil que terá à disposição R$ 750 milhões. A Secom trabalhará com R$ 562, 5 milhões e Caixa Econômica Federal poderá aplicar até 468, 1 milhões.
Uma parcela importante irá para os Correios. A estatal, que não divulga suas ações desde 2019, agora contará com R$ 380 milhões para esta finalidade. A empresa justifica a necessidade deste investimento com a afirmação de que “deseja reposicionar a sua marca”. Os Correios disputam o mercado nacional de encomendas com empresas nacionais e multinacionais, que fazem uma elevada inversão em propagandas.
O Governo Jair Bolsonaro (2019/2022) fechou o mandato com um gasto de R$ 2,5 bilhões em divulgações. No Governo Lula, o Grupo Globo é o segmento de mídia com o maior faturamento. A empresa da família Marinho foi a terceira colocada na gestão Bolsonaro, ficando atrás da Record e SBT.




