Guia mostra as belezas do Trem do Pantanal
Trem do Pantanal, da Serra Verde Express, circula uma vez por mês
O Grupo DeFato, em parceria com o site Tudo Viagem, inicia nesta semana uma série de reportagens sobre os trens turísticos em circulação no Brasil. O Trem do Pantanal, da Serra Verde Express, circula uma vez por mês. Na semana, vamos dar detalhes do Trem das Montanhas do Espírito Santo.
No dia 22 de março, o trem parte de Campo Grande e vai até Aquidauana, num total de 130 quilômetros pelas belezas do Pantanal. A composição trafega pela antiga linha do Trem do Pantanal que partia de Bauru (SP) e ia até Corumbá (MS) num total de 1.100 quilômetros. Ele deixou de circular em 1996. A Serra Verde Express assumiu as operações em 2009.
A circulação é de Campo Grande até Miranda, mas nos meses de março e abril ele vai até Aquidauana, onde os passageiros poderão ficar hospedados na Fazenda São Francisco ou na Pousada Aguapé. Nestes locais você poderá ver de perto os bichos do Pantanal.
O trem parte no sábado, 22, às 8 horas, e volta no domingo às 14 horas. O embarque é na Estação Indubrasil, em Campo Grande. A passagem (ida e volta) custa R$ 240. A Serra Verde Express oferece um serviço de carro ou van aos que desejarem ficar hospedados por mais dias no Pantanal.
Os vagões na classe turística têm ar condicionado. O passageiro tem direito a um kit lanche e um refrigerante por pessoa, guia de turismo. São três vagões e um vagão bar onde você poderá comprar refrigerantes, água, cerveja e lanches. O trem passa por pontes de ferro, uma delas entre Campo Grande e Aquidauana.
No mês de abril, no feriado da Semana Santa, o trem vai partir no dia 18 de abril e volta no dia 20 do mesmo mês. A Serra Verde Express está vendendo pacotes que custam cerca de R$ 1,5 mil por pessoa (quarto duplo) com direito aos passeios, hospedagem, alimentação e as passagens do trem.
Sobre as cidades
Campo Grande é uma cidade eminentemente de comércio e de serviços, com um forte traço universitário. Também se caracteriza pela harmoniosa convivência da tradição rural e a modernidade empresarial urbana, resultando num desenho especial mesclado pela arquitetura, comportamentos e manifestações.
É a única cidade brasileira que possui uma aldeia indígena urbana: são 135 ocas de alvenaria, residência de famílias da nação Terena, que trocaram as reservas pela vida na cidade. Ali destaque para o Memorial da Cultura Indígena, uma imponente oca com mais de oito metros de altura, coberta com palha de bacuri.
Aquidauana possui construções de valores histórico-culturais, como a Casa Primavera, além dos casarios que preservam um conjunto arquitetônico original. É a cidade pantaneira mais próxima de Campo Grande. O rio que dá nome à cidade oferece aos turistas safáris fotográficos e boas pescarias. Em suas margens, formam-se bonitas praias, próprias para a prática de esportes aquáticos.
Junto a outras grandes edificações, a estação ferroviária de Miranda, construída em 1912, é uma das mais antigas do Mato Grosso do Sul. A cidade tornou-se polo turístico graças ao turismo histórico – cultural, urbano e rural associado ao ecoturismo -, além da cavalgada e pesca esportiva. Banhado pelos rios Miranda e Aquidauana, o município mantém características marcantes da vegetação da Serra da Bodoquena, em transição para o bioma Pantanal, o que torna a sua biodiversidade viva e esplendorosa.
Com a segunda maior população indígena do Estado, Miranda recebe grande influência da etnia Terena, que contribui para o enriquecimento cultural e artístico da cidade, através de suas danças, costumes, artesanato e tradições.
Serviço
Campo Grande
Fone: 67-3043-2233
Endereço: Av. Noroeste, 5140, esquina com Av. Afonso Pena
Morada dos Baís – Sobreloja
Horário de atendimento:
Segunda a sexta: 7h às 18h
Sábado: 8h às 12h
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