Índios acabam com festa, agridem PM e tomam arma de fogo

O dia de festa, com direito a bolo para a população, terminou em agressão e sangue no aniversário de 47 anos da cidade de Carmésia, à 90km de Itabira. De acordo com uma professora que preferiu não se identificar, os índios estavam fazendo uso de bebida alcoólica durante a festividade quando um deles começou a […]

O dia de festa, com direito a bolo para a população, terminou em agressão e sangue no aniversário de 47 anos da cidade de Carmésia, à 90km de Itabira.
De acordo com uma professora que preferiu não se identificar, os índios estavam fazendo uso de bebida alcoólica durante a festividade quando um deles começou a discutir com a esposa e tentou pegar a arma de fogo do policial militar que estava fardado fazendo a segurança no local.
Os cinco militares que estavam no destacamento Policial de Carmésia reagiram, sendo que um deles, ao revidar, empurrou o índio, que caiu, bateu a cabeça no chão e ficou alguns minutos desacordado.
Quarenta índios, dentre eles várias mulheres, começaram a linchar o policial, que teve a arma retirada do coldre e roubada. Com estilhaços de garrafa, eles fizeram cortes nos braços do militar.
O índio agredido foi levado para o hospital da cidade, onde foi medicado e liberado.
De acordo com a professora, os índios tentaram arrombar os portões da Delegacia para matar o policial militar.
Durante a confusão, uma senhora indígena deu ordem para que os índios parassem com a violência. Neste momento, eles recuaram levando a arma do policial, que foi medicado dentro da unidade e depois conduzido para o hospital de Ferros.
Imediatamente o comando de policiamento de Carmésia telefonou para a Central de Operações da Policia Militar (COPOM) do 26º Batalhão de Itabira, que enviou um forte aparato policial para o local do conflito, comandados pelo capitão Eleutério.
Segundo o capitão, o reforço policial não sairá da cidade enquanto a situação não for totalmente resolvida e a arma do policial recuperada.
De acordo com informações, representantes da Fundação Nacional do Índio (Funai), devem comparecer em Carmésia para auxiliar nas negociações.
Moradores da cidade afirmaram esta não é a primeira vez que policiais viram reféns destes índios. Segundo eles, os índios tumultuam a cidade com algazarra, violência e ficam impunes.

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