Itabira sobe três pontos no ranking qualidade de vida e é a quarta cidade de Minas Gerais
Muitos municípios mineiros tiveram uma substancial piora no ranking qualidade de vida, mas outras cidades cresceram significativamente. Belo Horizonte, por exemplo, que estava na 27ª posição em 2004, subiu para a 6ª colocação atualmente. Itabira, que figurava entre as sete melhores do estado para se viver, passou para a quarta posição. Nova Lima, assumiu a […]

Muitos municípios mineiros tiveram uma substancial piora no ranking qualidade de vida, mas outras cidades cresceram significativamente. Belo Horizonte, por exemplo, que estava na 27ª posição em 2004, subiu para a 6ª colocação atualmente. Itabira, que figurava entre as sete melhores do estado para se viver, passou para a quarta posição. Nova Lima, assumiu a liderança em qualidade. Catas Altas, na região do Médio Piracicaba, está em quinto lugar. Mas Itinga, situada no Vale do Jequitinhonha, a preferida do presidente Luiz Inácio Lula da Silva há sete anos, que a elegera símbolo de que cumpriria as suas promessas ao lançar o programa Fome Zero e estava no 37º lugar em 2004, caiu para o vergonhoso primeiro lugar no grupo das piores de Minas Gerais. Estas e outras conclusões fazem parte de estudo divulgado pela Fundação João Pinheiro com o título de Índice Mineiro de Responsabilidade Social (IMRS). Desenvolvido pelo Centro de Estudos de Políticas Públicas (CEPP) da Fundação João Pinheiro, o IMRS foi apresentado nesta quinta-feira, 29 de abril, para assessores e consultores da Assembleia Legislativa de Minas Gerais.
NA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA
Organizado em uma base de dados com cerca de 300 indicadores municipais para o Estado de Minas Gerais, o estudo contempla as dimensões saúde, educação, renda, segurança pública, habitação e meio ambiente, cultura e desporto, e lazer e finanças municipais no período de 2000 a 2007.
Esta é a segunda edição do IMRS, que teve sua primeira versão lançada em 2005, e tem como fonte principal os registros da administração pública estadual. “Ao reunir informações que se encontram dispersas e em diferentes formatos nos diversos órgãos e instituições, a base atual torna-se um instrumento que permite ao setor público e à sociedade em geral ter acesso fácil e rápido a diversos indicadores sobre os municípios”, observou a coordenadora geral do projeto, Maria Luiza de Aguiar Marques.
Atualizada e ampliada, esta nova edição do índice inclui indicadores que retratam a situação existente em cada município, os esforços empreendidos pela administração pública para alterá-la e a gestão. “A escolha dos indicadores considerou as prioridades de programas e políticas públicas das esferas de governo municipal, estadual e federal, retratando a responsabilidade social conjunta dos diversos níveis de governo”, explicou Maria Luiza.
A base de dados encontra-se armazenada em um software que disponibiliza recursos de análise, como a visualização de informações segundo as divisões espaciais do Estado, além de recursos de análise, como ordenação e a construção de mapas e histograma. As informações podem ser consultadas por município, ano, ou por indicador e é também possível realizar pesquisas comparativas entre municípios ou regiões. O software está disponível para download gratuito no site da Fundação João Pinheiro.
O destaque aos melhores, incluindo Nova Lima, Extrema (2ª), Poços de Caldas (3ª) Itabira (4ª), Catas Altas (5ª), pode ser conferido no site da Fundação João Pinheiro — http://www.fjp.gov.br/.