Mulher presa com drogas diz ser capelã no presídio de Itabira

Doméstica é presa entregando tablete de maconha a um adolescente de 15 anos que teria vindo junto com ela de Belo Horizonte.   Uma equipe da guarnição de Rondas Táticas Municipal (Rotam) fez a prisão de Maria Elisa Lacerda Madureira, 42 anos, quando entregava um tablete de maconha a um adolescente de 15 anos.   […]

Mulher presa com drogas diz ser capelã no presídio de Itabira
Doméstica é presa entregando tablete de maconha a um adolescente de 15 anos que teria vindo junto com ela de Belo Horizonte.
 
Uma equipe da guarnição de Rondas Táticas Municipal (Rotam) fez a prisão de Maria Elisa Lacerda Madureira, 42 anos, quando entregava um tablete de maconha a um adolescente de 15 anos.
 
A entrega foi vista por um dos militares da guarnição por volta das 16h 30min dessa quarta-feira (29). A Rotam realizava patrulhamento de rotina, quando viram a doméstica e o menor atravessando a rua Areão, no bairro Areão.
 
O policial, então, passou a observar o comportamento dos dois. Assim que percebeu a aproximação da viatura, Maria Elisa passou uma sacola plástica ao menor, que rapidamente a colocou dentro da calça. Eles foram abordados, o adolescente foi submetido à revista, e com ele foi encontrado um tablete de maconha.
 
Os policiais deram voz de prisão a Maria Elisa e de apreensão ao menor. Com eles foram apreendidos: dois aparelhos celulares, uma calculadora, R$ 140 em dinheiro e 302 gramas de maconha.
 
Maria Elisa tentou sair da acusação, dizendo que foi a Belo Horizonte depositar a quantia de R$2.006,61 em uma conta da Nigéria, cujo titular era “Nosakhare Uyi Eddy”. Porém, comprovante que ela dizia ter feito o depósito não havia a impressão de registro, como ocorre normalmente.

Em conversa com os PMs, o menor confessou que ambos foram a capital juntos, e ele ficou na rodoviária de BH enquanto Maria Elisa foi buscar a droga. Ela retornou e eles embarcaram de volta à Itabira.
 

Maria Elisa relatou ainda, que faz trabalhos voluntários como capelã no presídio de Itabira, citando o nome de um chefe de segurança daquela unidade prisional. Em seguida ameaçou processar o Estado, alegando não ter nada a ver com a droga e com o menor.