Polícia Civil instaura inquérito para apurar desaparecimento de adolescente
A Polícia Civil de Itabira instaurou um inquérito para apurar o paradeiro da adolescente Kívia Adriana Moreira Lisboa, de 12 anos. A informação é do delegado regional Helton Cota Lopes. Kívia Lisboa está desaparecida em Itabira desde a tarde de segunda-feira, 27 de maio. A adolescente foi vista pela última vez na terça-feira, 28 de […]

A Polícia Civil de Itabira instaurou um inquérito para apurar o paradeiro da adolescente Kívia Adriana Moreira Lisboa, de 12 anos. A informação é do delegado regional Helton Cota Lopes. Kívia Lisboa está desaparecida em Itabira desde a tarde de segunda-feira, 27 de maio.
A adolescente foi vista pela última vez na terça-feira, 28 de maio, na região do bairro Ribeira de Cima. Desde então, Alessandra Moreira, mãe de Kívia Lisboa, já a procurou em diversos lugares.
“A polícia está me dando apoio, vamos atrás de uma pista ou outra, mas não encontramos nada. Algumas amigas dela me falaram algumas coisas, mas que não ajudaram em nada. Tenho que correr atrás também, não posso deixar tudo para a polícia”, desabafou a mãe que já procurou a filha em hospitais, no Centro, na rodoviária, dentre outros.
Alessandra Moreira contou que imprimiu fotos da adolescente e deixou em alguns pontos de grande circulação na esperança que alguém saiba do paradeiro de Kívia Lisboa.
Entenda
A adolescente teria ido para a Escola Municipal Antônio Camilo Alvim, no Barreiro, pela manhã de segunda-feira, e à tarde ido para o Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas). Segundo Alessandra Moreira, Kívia Lisboa não chegou a entrar na escola e nem no Creas.
Kívia foi vista na companhia de um rapaz maior de idade na porta do Creas. A suspeita da mãe da adolescente é que os dois estejam juntos, uma vez que ela não levou os materiais escolares na mochila, mas sim peças de roupa.
Informações
A família está preocupada com o desaparecimento da adolescente e pede que quem tenha informações sobre seu paradeiro faça contato através do telefone (31) 99591-9568. As ligações também podem ser feitas para Polícia Militar (181 ou 190) e para Conselho Tutelar (31) 3839-2211.