Presidente da Acita reivindica retorno da agência da Receita Federal para Itabira
Reginaldo Calixo (à esquerda) e o superintendente da Receita Federal do Brasil

O presidente da Acita, Reginaldo Calixto, se encontrou com o superintendente da Receita Federal do Brasil – 6º. RF em Belo Horizonte, Eugênio Celso Gonçalves, e levou até ele a necessidade de retornar com uma agência da Receita Federal para Itabira. Reginaldo contou que estão sendo planejadas ações mobilizadoras para este fim. “A Acita e a Associação de Contadores tentarão mobilizar com a Prefeitura, Conselho Regional de Contabilidade, Federaminas, deputados estaduais e federais e outras lideranças uma discussão para resolver o problema. A mobilização já foi iniciada”, disse.
Quais estão sendo as maiores dificuldades desde que a agência da Receita Federal foi deslocada para João Monlevade?
A maior dificuldade é que os contribuintes (pessoas física e, principalmente, jurídica) de Itabira e região precisam se deslocar para a cidade de João Monlevade para resolver suas demandas. Com o número reduzido de servidores, a agência de João Monlevade não possui capacidade de atendimento dos seus clientes. A agência de Itabira foi extinta há mais de cinco anos.
O que está sendo planejado para trazê-la novamente para Itabira?
A Acita e a Associação de Contadores tentarão mobilizar com a Prefeitura, Conselho Regional de Contabilidade, Federaminas, deputados estaduais e federais e outras lideranças uma discussão para resolver o problema. A mobilização já foi iniciada, mas ganhou um importante impulso no dia 5 março, através do encontro em Belo Horizonte com o Superintendente da Receita Federal do Brasil – 6º. RF em Belo Horizonte , Eugênio Celso Gonçalves que se demonstrou preocupado com a situação e interesse em resolvê-la.
Há uma aprovação dos responsáveis (no caso, a superintendência) para a agência retornar?
As conversas já iniciaram e existe até mesmo a possibilidade da agência retornar para Itabira, até mesmo porque 70% dos atendimentos da agência de João Monlevade e não se justifica esta situação.