Projeto Minas-Rio consegue a última licença pendente

O Conselho de Política Ambiental de Minas Gerais (Copam), vinculado à Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), concedeu a última licença pendente para o desenvolvimento do projeto Minas-Rio, da mineradora Anglo American. Agora falta apenas a licença de operação (LO), assim que as obras estiverem concluídas. O órgão concedeu a licença […]

O Conselho de Política Ambiental de Minas Gerais (Copam), vinculado à Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), concedeu a última licença pendente para o desenvolvimento do projeto Minas-Rio, da mineradora Anglo American. Agora falta apenas a licença de operação (LO), assim que as obras estiverem concluídas. O órgão concedeu a licença de instalação (LI) para a linha de transmissão de 230 kv, que irá abastecer a planta de beneficiamento do Projeto Minas-Rio. A linha terá aproximadamente 90 km de extensão, com trajeto que irá da subestação em Itabira até Conceição do Mato Dentro, na região Central.

Investimento. O Minas-Rio é o maior investimento individual da Anglo American no mundo. O projeto, orçado em US$ 5,5 bilhões, está em fase de implantação com 60% das obras concluídas. A fase operacional do projeto será iniciada no segundo semestre de 2013 e a previsão é de que, em sua primeira fase, a extração seja de 26,5 milhões de toneladas de minério de ferro por ano. 

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O empreendimento inclui uma mina de minério de ferro e unidade de beneficiamento em Conceição do Mato Dentro e Alvorada de Minas, em Minas Gerais, o maior mineroduto do mundo, com 525 km de extensão e que atravessa 32 municípios mineiros e fluminenses, e o terminal de minério de ferro do Porto de Açu, no qual a Anglo American é parceira da LLX ,com 49% de participação, localizado em São João de Barra, no Estado do Rio de Janeiro. 

Originalmente, o projeto foi desenvolvido pela MMX, que vendeu seus ativos na área para a Anglo American.

Reajuste

No cálculo original, o projeto Minas-Rio custaria US$ 5 bilhões. A Anglo American já reviu um reajuste de 15% nesse valor em razão da inflação dos serviços de construção civil.